Demon: um Dodge Challenger ainda mais poderoso que o Hellcat



Com motor V8 6.2 HEMI com compressor mecânico, 717 cv e 88,1 mkgf, o Dodge Challenger SRT Hellcat é daqueles carros que você deixaria passar logo que visse se aproximando no espelho do carro. Mas a Dodge quer levar o Challenger ainda mais além com a nova versão Demon, que tem apresentação marcada para abril. 
Os detalhes da nova versão ainda são escassos, mas tem tudo para ofuscar o Challenger Hellcat. “O Dodge Challenger SRT Demon é concebido, desenhado e projetado para uma subcultura de entusiastas que sabem que um décimo é um carro e meio segundo é sua reputação. ” disse Tim Kuniskis, da FCA.

Embora tenha sido usado em um conceito roadster em 2007, o nome Demon ficou marcado na história por ter sido usado na versão mais esportiva do Dodge Dart Coupé em 1971. Tinha motor V8 5.6 de 275 cv.  

A fabricante criou uma campanha de lançamento que inclui a divulgação de pequenos vídeos semanais, formando uma história que se encerra no dia da apresentação do Demon no Salão de Nova York, em abril.
Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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Bentley Supersports: o quatro lugares mais rápido do mundo




 “Aumentar a potência deixa você mais rápido nas retas; subtrair peso deixa você mais rápido em todo lugar”. A frase célebre do engenheiro e projetista de carros da F1 Colin Chapman prega o oposto do que o novo Bentley Continental Supersports parece ser. 

O motor W12 6.0 recebeu dois turbocompressores de alta performance, sistema de arrefecimento revisto e várias modificações extras que resultaram em 710 cv a 6.000 rpm e 103,7 mkgf entre 2.050 e 4.500 rpm. São 80 cv e 22,1 mkgf (praticamente o torque de um motor 2.0) a mais frente ao Supersports de 2009.


São números tão impressionantes que garantem a ele facilmente o título de “Bentley mais potente da história”, mas a fabricante inglesa lhe deu um rótulo mais abrangente: este seria o carro de quatro lugares mais rápido do planeta.
O câmbio é sempre automático de oito marchas (com as mesmas relações usadas no SUV Bentayga) e trabalha em conjunto com sistema tração integral com vetorização herdado do GT3-R de competição. Em curvas, este sistema freia a roda dianteira e traseira internas na tentativa de melhorar a aderência, ao mesmo tempo que o controle de estabilidade é menos intrusivo.
Por padrão, 60% do torque vai para as rodas traseiras e 40% permanecem no eixo dianteiro.

Desta forma, a versão cupê cumpre o zero a 100 km/h em 3,5 segundos (ou 3,9 s para o conversível) e alcança a máxima de 336 km/h. Com este número, o Supersports desbanca os 3,6 s do Porsche Panamera Turbo com o Sport Chrono Package, cuja máxima é de 306 km/h. Um Audi RS7 Plus chega aos 100 km/h em 3,3 s, mas sua máxima é de 305 km/h.
O mais surpreendente é que o Continental Supersports é grandalhão como qualquer outro Bentley. E também muito pesado: são 2.280 kg, 20 kg mais pesado do que um Range Rover Autobiography – a versão conversível chega a assustadores 2.450 kg, vazio. O conterrâneo Chapman deve ter se contorcido em seu túmulo…

Para lidar com tanta potência e tanta massa, os engenheiros da Bentley instalaram o maior sistema de freios carbocerâmicos do mundo por trás das rodas forjadas de 21″ do Supersports. E para não dizer que não se preocupam com peso, cada uma destas rodas é 5kg mais leve do que rodas de liga leve convencionais. Os dutos de escape de titânio ajudam a economizar mais 5kg.
Por fora, o que distingue os Continental Supersports dos demais são os para-choques dianteiros e traseiros com splitters de fibra de carbono, mesmo material usado nas bordas das tomadas de ar e nas saias laterais. O grande aerofólio traseiro também é de fibra de carbono e as saídas de escape receberam acabamento preto brilhante.
O interior não abandona o acabamento primoroso dos Bentley. Os bancos têm forração em três tons de couro e costuras diamante. O painel tem partes de fibra de carbono, ao passo que os paineis de porta são revestidos de alcantara.

Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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Confirmado: versão GTi do Up! já roda como protótipo


Os rumores surgidos no início de junho de que a Volkswagen estaria preparando uma versão GTi do subcompacto Up! foram confirmados pela publicação inglesa Autocar. E não apenas isso: jornalistas já andaram no protótipo do carro, adiantando o que vem por aí.
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Ele será equipado com o motor 1.0 TSI com turbo e injeção direta, em uma configuração intermediária entre o utilizado no Up! por aqui (com 105 cv e 16,8 mkgf) e o que equipa o recém-lançado Golf 1.0 (125 cv e 20,4 mkgf).
O protótipo teria, no momento, 115 cavalos – o torque não foi divulgado. Com câmbio manual de seis marchas, a Volks fala em uma aceleração de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos, número que deve baixar caso haja a opção de câmbio de dupla embreagem DSG.
Além dos 10 cavalos a mais que o Up! TSI, o futuro GTi terá uma preparação mecânica à altura da sigla mágica. Alguns componentes vieram do Polo, como os discos ventilados e a caixa de direção. A suspensão foi rebaixada em 15 mm e sofreu várias modificações nos braços, amortecedores e molas.
Os ingleses que já andaram no carro teceram elogios à disposição do conjunto mecânico e à dinâmica ao volante, mais agressiva que o do Up! comum, mas sem prejuízo do conforto ao rodar. O comportamento em curvas seria neutro, mas os engenheiros da VW garantem que será fácil provocar saídas de traseira.
Eles estão considerando o Up! GTi uma espécie de reencarnação do primeiro Golf GTi – na época, um esportivo leve, compacto e relativamente acessível que acabou ganhando peso, sofisticação e performance ao longo do tempo.
O modelo deverá ser lançado no início de 2018, ou seja: ainda há um longo caminho para modificações e aprimoramentos a serem feitos. Estima-se que seu preço na Inglaterra fique na casa das 15 mil libras, o equivalente a R$ 63.000 na conversão direta.
Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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Quebrando paradigmas: Challenger GT AWD
Pensando naqueles dias em que as ruas estão cobertas de neve, a Dodge chegou a uma solução simples para que seus clientes não precisem deixar seus muscle cars hibernando na garagem. Eis o Challenger GT AWD.
À primeira vista pode parecer heresia. Mas se coloque no lugar do privilegiado dono de um desses. Se você acorda de manhã e vê a paisagem toda branca, logo pensa "não vale a pena arriscar ir trabalhar com o Challenger...", uma lágrima escorre e você dá as costas para o seu xodó.
É aí que a tração integral começa a se tornar atraente, e por isso a Dodge tomou a iniciativa ousada de assumir uma postura mais madura, levando em conta que é a marca responsável pelos famosos Hellcat. O GT AWD permite que você sinta prazer ao dirigir, com segurança, mesmo em dias frios de inverno.


O motor é o premiado Pentastar V6 3.6 com 305 cv e 37 kgf.m, sendo 90% disso está disponível desde 1800 RPM, o que é incrível, já que não conta com turbos. Acoplado à já conhecida transmissão de 8 marchas TorqueFlite, que envia a potência para as quatro rodas apenas em situações em que sensores percebem perda de aderência nas rodas traseiras, o que faz com que o diferencial dianteiro passe a tracionar o veículo. O sistema funciona de forma imperceptível, e permite que o fator diversão continue como prioridade, já que em situações normais de condução o GT AWD pode ser o bom e velho RWD que tanto amamos.
Voltando para a nossa realidade tupiniquim de clima quente, onde apenas um eixo de tração dá conta do serviço, ficaríamos plenamente satisfeitos com o simplório Hellcat. Presta atenção, Dodge...
Fonte: http://wm1.com.br/
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Ferrari J50 (Divulgação)

Ferrari apresentou nessa última terça-feira (13) no Japão mais um de seus lançamentos especiais comemorativos aos 70 anos da marca – meses atrás, a empresa afirmou que ofereceria nada menos que 350 unidades exclusivas baseadas em seus carros de série.
A nova J50 segue o que foi dito. Tendo como base a 488 GTB, ela traz uma carroceria targa de dois lugares, com coberturas individuais de fibra de carbono que podem ser acomodadas atrás dos bancos.
O estilo é marcado por uma linha negra vincada que borda toda a dianteira, seguindo em ascendente pelas laterais até terminar nas entradas de ar, dando uma impressão de perfil mais baixo e em cunha do que a 488 GTB original – além de remeter ao mesmo recurso visual utilizado nas Ferrari GTO, F40 e F50.
Ferrari J50 (Divulgação)

Na dianteira, o capô tem o centro rebaixado, com dois scoops de fibra de carbono. Faróis full led e para-choques também são novos. Os vidros laterais dão continuidade à área envidraçada do para-brisa, criando um efeito de “capacete” no interior.
Ferrari J50 (Divulgação)

Logo atrás dos santantônios, uma estrutura em forma de aerofólio conecta as duas colunas B – outra característica inspirada nas Ferrari de antigamente, O motor V8 de 3,9 litros com nova calibragem, capaz de produzir 690 cavalos, tem uma cobertura transparente de policarbonato.
Ferrari J50 (Divulgação)

A traseira não foi muito explorada nas fotos de divulgação publicadas até o momento, mas mostra algumas peculiaridades, como as quatro lanternas circulares emolduradas por um spoiler de fibra de carbono.
Ferrari J50 (Divulgação)
Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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