Transition: o carro que voa

Após seis anos de planejamento, finalmente, a Terrafugia começou a produzir seu carro-avião: o Transition. Já foram feitas cem reservas (pelo valor de US$ 10 mil – R$ 18.140) e algumas delas devem ser entregues até o final deste ano. O primeiro avião do mundo que se transforma em carro chega ao mercado a partir de US$ 279 mil (R$ 506 mil) e será apresentado no início de abril no Salão de Nova York (EUA).














A “aeronave esportiva leve” – como foi classificada pelos órgãos estadunidenses – tem capacidade para dois ocupantes e seu tanque (de 87 litros ou 23 galões) pode ser abastecido com gasolina comum em qualquer posto de rua. O motor Rotax produz 101 cavalos que alcançam os 105 km/h na estrada, tendo um consumo de 14,9 km/l. Já no ar, o avião pode voar até 724 km com uma velocidade máxima de cruzeiro de 172 km/h – são queimados 18,9 litros por hora voada.

Ao toque de um botão, as asas do Transition são dobradas, em 30 segundos, e o veículo passa de 8 metros de largura para 2,3 m. Para poder voar, ele foi fabricado com vidros de plásticos (para protegê-los de batidas com pássaros) e com pneus especiais para pouso. Segundo a Terrafugia, para pilotá-lo, é preciso fazer um treinamento de vinte horas.

Fonte: Revista Auto Esporte.

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Mercedes-Benz SL 500 é um modo refinado de passear ao ar livre

Conversíveis são charmosos por natureza e costumam ser associados à liberdade sobre rodas. No caso do Mercedes-Benz SL 500, a equação ganha outra fator: tradição. O atual modelo, lançado no começo deste ano no Salão de Detroit, descende de uma linhagem que teve seu início nos anos 1950, com o lançamento do mítico 300 SL, apelidado de Gullwing (asa de gaivota, em inglês) devido à forma de abertura de suas portas -- configuração emulada atualmente pelo superesportivo SLS AMG.



















A atual geração é a sexta na cronologia da Classe SL e traz ao modelo o visual atual dos Mercedes. Por "visual atual", entenda: frente com grade cunhada em um ângulo quase reto e que forma uma espécie de nariz, carroceria com vincos que conferem um aspecto robusto ao carro, entradas de ar no formato de guelras na porção que antecede a dobradiça das portas e lanternas triangulares que delimitam a tampa do porta-malas. De maneira geral, é uma leitura da linguagem de desenho estreada pelo SLS AMG e bastante próxima da que é vista no conversível compacto SLK.

São duas versões do carro: SL 350 e SL 500. A principal diferença entre elas está no motor: no caso do SL 350, é um V6 de 306 cavalos; já o SL 500 é movido por um V8 biturbo capaz de gerar 435 cv. Em ambos os casos, é potência de sobra, que os permitem acelerar de 0 a 100 km/h em 5,9 e 4,6 segundos, respectivamente. Números esses que, se tratando de carros de pouco mais de 1,5 tonelada, são bastante respeitáveis.

No Brasil o carro chega no segundo semestre de 2012. Ainda não há preço definido nem data precisa para o lançamento.

Fonte: UOL Carros.

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História da DKW Vemag

Quem passa hoje pelos quarteirões de galpões abandonados no bairro do Ipiranga nem imagina que ali foram escritos alguns dos mais interessantes capítulos da história da indústria automobilística do Brasil.
















As instalações do Ipiranga poderiam ser protegidas pelo patrimônio histórico,  tal sua importância para a história da indústria automobilística nacional. Durante mais de uma década, lá ficava a fábrica da Vemag - Veículos e Máquinas Agrícolas S.A, uma das pioneiras na produção de automóveis em nosso país, uma empresa nacional que foi fundada em 1945 como Distribuidora de Automóveis Studbaker Ltda, e iniciou suas operações montando caminhões e tratores americanos.

Em 1956, com o incentivo governamental para a fabricação de automóveis no país, obteve licença para produzir no Brasil os modelos da DKW, uma das empresas do grupo alemão Auto Union, que era formado por 4 montadoras: DKW, Horsch, Wanderer e a emblemática Audi.

Os automóveis da DKW eram robustos e se adaptaram muito bem às péssimas condições de nossas ruas e estradas. Talvez tenha sido esta confiabilidade dos primeiros DKW que ajudou a formar a ótima imagem que os carros alemães tem no Brasil, e que foi consolidada com a chegada da Volkswagen.

Outra curiosidade sobre os modelos DKW era que funcionavam com motores "dois tempos", uma tecnologia que hoje está abandonada para automóveis, mas ainda é usada para motoserras, modelismo e aviões de pequeno porte, que precisam de motores mais leves com ótima relação peso x potência. Entre os motivos que levaram ao seu desuso está o fato de que  poluem 30% mais do que um motor atual de 4 tempos e tem uma pior eficiência térmica. Outra desvantagem é que precisam receber óleo diretamente no tanque de combustível na proporção média de 1 para 40. A DKW contornou esta última questão com o desenvolvimento de um sistema próprio de lubrificação automática, chamado Lubrimat, que equipou seus carros no Brasil a partir de 1964.

Um dos grandes feitos da Vemag foi ter batido o recorde brasileiro de velocidade, com o protótipo Carcará, que alcançou na BR-2 Rio Santos (atual Avenida das Américas, na Barra da Tijuca) a marca de 212,903 km/h. Com um design futurista e aerodinâmico projetado por Anísio Campos e um motor de apenas 1.000 cc, permanece até hoje como o recorde absoluto para automóveis 1.0.

Além da experiência com o Carcará, a Vemag teve uma das mais importantes equipes de pilotos da década de 60. Em seu auge, a Vemag tinha mais de 4.000 funcionários trabalhando na fábrica do Ipiranga (mais exatamente na Vila Carioca), e vestir "o macacão azul" de seus operários era o sonho de 9 entre 10 metalúrgicos (isto é até citado na biografia do Presidente Lula). A Vemag foi para a época um orgulho da indústria nacional, comparável ao que é hoje a Embraer. Durante os 11 anos em que operou, foram produzidos cerca de 115.000 automóveis.

Em 1967, a Volkswagen do Brasil anunciou a compra da Vemag, uma manobra até certo ponto esperada, pois a detentora da marca DKW, a Auto Union, havia sido vendida em 1964 para a Volks alemã, transformando-se em Audi.

Apesar das declarações de que a produção dos automóveis DKW seria mantida no Brasil, menos de 3 meses depois a fábrica da Vemag no Ipiranga interrompeu a produção de seus automóveis, e suas instalações passaram a abrigar a linha de produção da Kombi, mantendo grande parte dos operários, e transferindo para sua planta de São Bernardo do Campo parte de seu corpo administrativo.

Os proprietários de DKWs e seus admiradores reclamaram muito do presidente da empresa após a venda da Vemag para a Volks, e muitos nunca o perdoaram pela "traição", mas na versão de Lélio de Toledo Piza, a venda de sua empresa foi a salvação de milhares de empregos, e uma "jogada de mestre" para que os acionistas da Vemag não perdessem todo o seu patrimônio.

Após a venda da Vemag para a Volkswagen em 1967, seu ex-presidente Lélio de Toledo Piza (1913-2008) foi nomeado para a presidência do Banespa. Em 1968, Lélio fez uma viagem à Florianópolis para visitar uma agência na capital catarinense. O funcionário destacado para buscá-lo no Aeroporto tinha adquirido uma Vemaguet 1967 0 Km na cor azul Tramandaí. Ao chegar na Vemaguet, Lélio ficou muito constrangido e deu um sorriso desconcertado. Já dentro da Vemaguet, Lélio tomou timidamente a iniciativa de começar uma conversa:

- Bonita Vemaguet

Ao que respondeu o funcionário:

- Pois é, seu Lélio, eu acreditei na Vemag e comprei esta Vemaguet 0 Km recentemente, pouco tempo depois vocês venderam a Vemag para a Volks e prometeram que a fabricação do DKW continuaria. Agora, estou com um carro semi-novo desvalorizado que ninguém quer.

Lélio, vendo o inconformismo do proprietário pediu que ele encostasse o carro e contou uma versão até então desconhecida da história:

- Vou lhe contar o que houve, meu filho. Em 1964 fomos à Alemanha conversar com o presidente da Volkswagen alemã Heinz Nordholf, pois a Volks havia comprado o Grupo Auto Union, que foi quem nos deu a licença para produzir o DKW no Brasil por 10 anos. Chegando lá ele nos avisou que a produção do DKW seria encerrada na Alemanha e que a Volkswagen não renovaria a concessão para a Vemag, concessão esta que se encerrou no ano passado (1967). Ele nos ofereceu a concessão dos carros Audi, mas a Vemag estava muito endividada e os carros DKW já não vendiam tanto no Brasil, não tínhamos capital de giro para adequar o maquinário da fábrica para a fabricação dos Audi, portanto, a Vemag estava inviabilizada comercialmente. Daí num domingo de 1966 eu estava no Jóquei Clube de São Paulo onde também se encontrava o presidente da Volkswagen do Brasil. Circulando entre os convidados se encontrava um colunista social importante de São Paulo que veio me cumprimentar e me perguntou se eu tinha alguma novidade sobre o desfecho das negociações da Vemag com a Volkswagen. Eu respondi que as negociações com a Fiat estavam concluídas e que todo o parque industrial da Vemag a partir de 1967 passaria a produzir carros da FIAT sob o comando da montadora italiana. Na mesma hora a tal colunista foi contar ao presidente da Volks que ficou branco, pois eles tem muito medo que a FIAT se instale no Brasil e prejudique a hegemonia deles no mercado brasileiro. Na segunda-feira ele me ligou e chamou para uma conversa em que fez uma proposta irrecusável pela Vemag, pois com o montante pagaríamos todas as dívidas e ainda sairíamos com algum dinheiro para os acionistas da companhia. Se não tivesse feito isto, eles teriam feito uma proposta ridícula pela Vemag. Durante as negociações eles prometeram que por um período manteriam o DKW em linha no Brasil, bem como suas peças de reposição, mas infelizmente não honraram a palavra empenhada. Então, meu filho, foi isto que aconteceu.

Na Argentina, a Volks adquiriu a subsidiária local que montava o DKW para produzir peças de reposição, mas no Brasil entregaram a terceiros a fabricação de peças do DKW, e devido à péssima qualidade, os DKWs desapareceram rapidamente das ruas brasileiras.

Apesar dos esforços da Volks para impedir, a FIAT instalou-se em Betim, Minas Gerais na década de 70, e em 1977 lançou seu primeiro carro no Brasil, o Fiat 147, um sério concorrente do Fusca.

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Novo BMW Série 1 parte de R$ 113.370

O novo BMW Série 1 é a arma da marca bávara contra as novidades das rivais alemãs no segmento. Em Genebra, a Audi apresentou a nova geração do A3 e a Mercedes-Benz mostrou o seu Classe A transformado em um requintado hatch premium. O representante da BMW desembarca primeiro no Brasil, onde será oferecido em dois modelos: 116i e 118i.


















Este último chega agora, com preço inicial de R$ 113.370. A versão intermediária Urban sai por R$ 119.220 e a top de linha Sport custa R$ 122.900. Estas duas versões agregam itens como frisos cromados, bancos com revestimento exclusivo, rodas aro 17 polegadas, entre outros. O modelo 116i não vai demorar, com lançamento previsto para o segundo semestre.


















O BMW 118i é equipado com motor 1.6 litro turbo de 170 cv de potência, com injeção direta de combustível, capaz de cumprir o zero a 100 km/h em 7,5 segundos e atingir 225 km/h. Já o 116i traz um propulsor 1.6 de 136 cv, que atinge 210 km/h de velocidade máxima e leva 8,5 segundos para chegar aos 100 km/h.


















De acordo com a BMW, os motores do novo Série 1 são mais eficientes e até 10% mais econômicos, graças à tecnologia TwinPower Turbo. O recurso start/stop também contribui para melhorar os níveis de consumo, além do modo de condução EcoPro, ativado por meio de um botão no console central.

Fonte: Motor Dream.

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18 dicas para economizar combustível

O recente protesto dos caminhoneiros por causa das restrições impostas à circulação de pesados na Marginal Tietê, em São Paulo, fez com que vários postos da capital paulista ficassem sem fornecimento de combustível, deixando muitos motoristas sem poder abastecer os seus carros.

Muitos desses estabelecimentos chegaram a fechar pela falta de etanol e gasolina. Alguns, aproveitando a escassez dos produtos, elevaram ainda mais os preços - que já são naturalmente altos - tentando tirar vantagem da situação. O jeito foi racionalizar o uso do carro e poupar o tanque para não ficar parado na rua.
















Confira aqui 18 dicas de como economizar combustível no seu dia a dia, recomendadas pelo Programa Nacional de Racionalização do Uso de Derivados de Petróleo e do Gás Natural (Conpet). Seguindo estas orientações, você poderá ter uma redução de até 20% no consumo de seu automóvel.

1) Antes de sair de casa, planeje o itinerário. Evite as vias mais congestionadas, mesmo que isso aumente seu percurso em alguns quilômetros.

2) Ao ligar o carro pela primeira vez de manhã, não deixe o motor funcionando para aquecê-lo. Saia logo com o veículo e deixe-o esquentar enquanto você roda.

3) Ao dirigir, pressione o acelerador de modo suave e evite as aceleradas entre as mudanças de marchas enquanto estiver pisando na embreagem.

4) Não estique as marchas. Trocá-las na rotação correta (entre 2.000 rpm e 3.000 rpm) do motor reduz o consumo.

5) Ao avistar um sinal vermelho, tire logo o pé do acelerador. Com isso, você economiza combustível e prolonga a vida útil dos freios.

6) Evite ficar parado com o motor ligado por mais de dois minutos em congestionamentos. Você gasta menos combustível se desligar o carro e ligá-lo novamente.

7) Arrancadas e freadas bruscas aumentam o consumo, causam desgate prematuro do veículo e podem provocar acidentes.

8) Não dirija em alta velocidade. O consumo a 100 km/h pode ser até 20% maior que a 80 km/h. Dirigir em velocidade moderada é mais seguro e econômico.

9) Não dê bombeadas no acelerador ao ligar ou desligar o carro. Assim você evita desperdício de combustível e poupa o motor.

10) Não use o carro para ir a lugares próximos. Vá a pé ou de bicicleta.

11) Sempre que possível deixe o carro na garagem e dê preferência ao transporte coletivo.

12) Mantenha o motor do carro sempre regulado. Assim, você não queima dinheiro e não polui o meio ambiente.

13) Mantenha os pneus sempre calibrados, a direção alinhada e as rodas balanceadas. Pneus descalibrados podem aumentar em até 10% o consumo de combustível.

14) Troque sempre no prazo correto os cabos, as velas e demais componentes do sistema de ignição, mantendo-os em boas condições de uso. E também o óleo do motor e filtros de óleo e de ar.

15) Verifique periodicamente os freios do carro. Às vezes eles podem travar parcialmente as rodas, e você estará desperdiçando combustível.

16) Não carregue peso desnecessário no porta-malas nem sobrecarregue o carro. Isso força o motor e aumenta o consumo. Para cada 50 kg de peso extra, o consumo pode aumentar 1%.

17) Cargas volumosas no bagageiro de teto criam resistência ao deslocamento do veículo e aumentam o consumo.

18) Procure estacionar o veículo protegido do sol, evitando perdas de combustível por evaporação.
Fonte: Carsale.

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Rolls-Royce Phantom ganha primeiros retoques

A Rolls-Royce leva uma pequena reestilização do Phantom ao Salão de Genebra. A família de alto luxo da tradicional marca britânica, foi lançada em 2003 e composta pro sedã, cupê e conversível, passa a ostentar novos para-choques. Os faróis adaptativos principais ganham iluminação por LEDs. O farol auxiliar circular logo abaixo deles foi abolido.


















Dentro, o Phantom tem uma nova tela de 8,8 polegadas com navegação e uma nova função com mapas em três dimensões.  Mecanicamente, a maior novidade está na transmissão automática. Agora, o sedã passa a utilizar um câmbio de oito velocidades que aumento em 10% a eficiência do motor 6.75 V12 (doze cilindros, em "V").
































Fonte: Interpress Motor.

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Carros - do que as mulheres gostam?

Hoje, 8 de março é o Dia Internacional da Mulher, e a data não passa em branco. Apesar das piadas e do preconceito de alguns homens, as mulheres estão cada vez mais envolvidas no mundo automobilístico. Um exemplo são as pesquisas de diversos fabricantes que apontam que as mulheres participam cada vez mais da decisão de compra de automóveis no mercado brasileiro.


















Então o site MotorDream listou 15 veículos considerados os "queridinhos das mulheres". E aí, de qual você acha que as mulheres gostam?

- Audi A1
- Chevrolet Meriva
- Citröen C3
- Fiat 500
- Fiat UNO
- Ford Ka
- Kia Soul
- Land Rover Evoque
- Mercedes-Benz Classe B
- Mini Cooper JCW
- Peugeot 207
- Smart Fortwo
- Volkswagen Fox
- Volkswagen Beetle
- Volvo C30

Fonte: Motor Dream.

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Audi RS3 chega ao Brasil por R$ 299.000

A Audi apresentou nesta segunda-feira (06) para a imprensa especializada a versão mais apimentada do seu carro-chefe, o RS3 Sportback, que chega por R$ 299.000 já com o reajuste do IPI. Como um pouco de história nunca é demais, vale lembrar que o número 3 é algo muito relevante para a montadora das quatro argolas. O A3 já foi produzido por aqui e fez muito sucesso na década de noventa, já que seu valor ficou acessível e ele mantinha as qualidades de um carro de marca de luxo. E ainda hoje, depois de voltar a ser importado, o hatch continua como um dos produtos fortes dentro do segmento de compactos de luxo vendidos por aqui. Outro ponto relevante é que a nova geração da linha está sendo apresentada durante o Salão de Genebra, que abriu suas portas nesta semana na Suíça.
















O grande argumento (com a proposta esportiva não poderia ser outro) está sob o capô. Para aumentar ainda mais os apelos de marketing, a marca instalou no veículo um propulsor de 2,5 litros de cinco cilindros em linha de 340 cavalos de potência. E como fez questão de enfatizar durante a apresentação do RS3, esse equipamento da Audi tem história dentro da marca, já que é usado desde 1977, principalmente em competições esportivas. E um carro compacto com tanta potência não poderia trazer um comportamento diferente do apresentado.
















O pacote de equipamentos é completo, como freios ABS com sistema EBD, controles de tração e de estabilidade, ar-condicionado digital, sistema de som multimídia BOSE, faróis de xenônio, seis airbags e rodas de alumínio pintadas aro 19, com pneus 235/35 na dianteira e 225/35 na traseira. O câmbio é o automático S-tronic de sete marchas e a tração é integral Quattro (nas quatro rodas).

Fonte: Carsale.

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Mercedes divulga mais um teaser do Classe A

Apesar de a imagem do protótipo do novo Classe A já ter sido divulgada anteriormente, a montadora publicou um novo teaser como estratégia de divulgação do lançamento oficial do modelo. Desta vez, trata-se de um desenho do projeto, que mostram suas proporções e formas esportivas. O carro será oficialmente exibido no Salão de Genebra, nesta semana. Quem quiser acompanhar o evento ao vivo pode acessar o site http://www.mercedes-benz.tv/geneva2012.

















A Mercedes-Benz do Brasil confirmou que o hatch será vendido no país a partir de 2013. Não há informações oficiais sobre preços, mas ele deve custar entre R$ 90 mil e R$ 100 mil, especialmente caso se confirme a manutenção da alta do IPI para os veículos importados.

Fonte: Revista Auto Esporte

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