LAMBORGHINI MOSTRA O EXCLUSIVÍSSIMO CENTENARIO ROADSTER



 Nós conhecemos o Lamborghini Centenario em março, no Salão de Genebra. Mas apenas na versão cupê, que responderia por 20 dos 40 Centenario que serão produzidos para comemorar os 100 anos de nascimento de Ferruccio Lamborghini, fundador da empresa. Faltava o Centenario Roadster, que a Lamborghini acabou de apresentar na Califórnia, às vésperas do Concurso de Elegância de Peeble Beach.


Por mais que as 20 unidades do roadster já tenham dono definido, vale à pena perder um tempo admirando o design ousado, os belos faróis de LEDs e as rodas (aro 20" na dianteira e 21" na traseira) que recebem uma placa de fibra de carbono. A propósito, toda a carroceria é feita de fibra de carbono, assim como o chassi monocoque e os apêndices aerodinâmicos da carroceria.


A Lamborghini não entrou em detalhes sobre mudanças estruturais que teriam sido necessárias por conta do teto removível, mas confirmou que a parte técnica é exatamente a mesma do cupê. Em outras palavas, imeditamente à frente do eixo traseiro está o motor V12 6.5 rendendo 770 cavalos (20 cv a mais que um Aventador SV) e 70,4 mkgf. O resultado é aceleração de 0 a 100 km/h em "menos de três segundos" com máxima de 350 km/h. O sistema de freios reforçado exige apenas 30 metros para frear a 100 km/h e 290 m quando se está a 300 km/h.


A Lamborghini não entrou em detalhes sobre mudanças estruturais que teriam sido necessárias por conta do teto removível, mas confirmou que a parte técnica é exatamente a mesma do cupê. Em outras palavas, imeditamente à frente do eixo traseiro está o motor V12 6.5 rendendo 770 cavalos (20 cv a mais que um Aventador SV) e 70,4 mkgf. O resultado é aceleração de 0 a 100 km/h em "menos de três segundos" com máxima de 350 km/h. O sistema de freios reforçado exige apenas 30 metros para frear a 100 km/h e 290 m quando se está a 300 km/h.

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O conversível manteve o sistema de rodas traseiras direcionais e o de telemetria para pistas, que adiciona duas câmeras ao GPS para gravar todo o desempenho do carro no circuito. Ainda tem compartimentos para guardar dois capacetes. E para os proprietários que no fundo não mereciam acelerar tamanha obra de engenharia, há também uma grande tela sensível ao toque de 10,1" que domina o painel, compatível com Apple CarPlay e com acesso à internet. Algo absolutamente desnecessário neste caso.

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Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/Conheça melhor a GIBA escapes acessando http://www.giba.com.br

DODGE CHALLENGER HELLCAT COMEÇA A SER IMPORTADO POR R$ 799 MIL


Um dos muscle cars mais exclusivos da atualidade, o Dodge Challenger Hellcat já pode ser encomendado no Brasil. O modelo começa a ser trazido pela importadora independente Direct Imports (com sede em Miami e São Paulo) pelo preço de R$ 799 mil.


O Challenger SRT Hellcat é a versão mais potente da gama do modelo, equipado com o motor HEMI V8 6.2 com compressor mecânico que o faz desenvolver 717 cv e 88,1 mkgf de torque. Com esses predicados, ele é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e atinge a velocidade máxima de 320 km/h.

A primeira unidade tem transmissão automática de oito velocidades (há também a opção de manual de seis marchas Tremec) e possui rodas (aro 20) e carroceria pintados na cor preta. A importadora diz que o prazo de entrega do carro - que está em Miami - é de 35 dias para qualquer lugar do Brasil.
O esportivo se destaca também pelos freios Brembo com discos de 15,4 polegadas e pinças de seis pistões, suspensão com três opções de ajustes (Track, Sport e Street) e quatro modos de condução (Default, Custom, Sport e Track).

 A Direct Imports já vende no Brasil outros mitos americanos, como o Camaro ZL1 e a nova geração do Mustang – prometida há tempos pela Ford, mas que até agora não chegou  oficialmente ao Brasil. Por R$ 799.000, o Hellcat chega ao país sem concorrentes diretos no segment de muscle cars - o mais próximo seria o Chevrolet Camaro, bem mais barato (R$ 230.990) mas também bem menos potente (406 cv).

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OS 5 PILOTOS MAIS AZARADOS DA HISTÓRIA DA F-1




Chris Amon não entrou para a história da Fórmula 1 por ter conquistado títulos mundiais. Falecido ontem aos 73 anos após perder uma dura batalha contra o câncer, o neozelandês (que competiu na mesma época de Bruce McLaren) ficou famoso por ter sido um dos pilotos mais "azarados" da história da categoria. 
Rápido e talentoso, Amon participou de 14 temporadas e largou em 96 GPs, marcando 5 pole-positions e subindo ao pódio em 11 ocasiões, mas nunca conquistou uma vitória. O grande feito de sua carreira foi ter vencido as 24 Horas de Le Mans de 1966, que lhe rendeu um convite para defender a Ferrari. Um ano depois, quando competia pela Ensign, Amon se recusou a seguir correndo o GP da Alemanha após o violento acidente de Niki Lauda e acabou sendo demitido.
Assim como o neozelandês, outros colegas de profissão ficaram marcados pela desproporção entre as qualidades de pilotagem e a falta de resultados expressivos ocasionados pela falta de sorte ou oportunismo. Separamos a seguir outros quatro casos semelhantes.
Andrea de Cesaris

Maldosamente apelidado por alguns como "De Crasheris" (em alusão aos vários acidentes no qual se envolvia), o italiano trapalhão participou de 208 corridas e abandonou 148 delas, subindo ao pódio em apenas cinco ocasiões. Apesar de rápido e com ocasionais bons resultados por equipes quase sempre precárias, até hoje é o recordista de número de corridas disputadas sem vitória.

Stirling Moss
Uma das maiores lendas da história da F-1, Sir Stirling Moss era incontestavelmente habilidoso, mas nunca aproveitou a chance de ser campeão mundial. Nos 10 anos em que esteve na F-1, Moss foi vice-campeão por quatro vezes consecutivas. Além de ter sido derrotado duas vezes por Juan Manuel Fangio, Stirling viu o título escapar na quarta tentativa por apenas um ponto.

Martin Brundle
Grande rival (e desafeto) de Ayrton Senna nos tempos de Fórmula 3 inglesa, Martin defendeu equipes de peso como Williams, Brabham, Benetton e McLaren. Com 158 largadas no currículo, o britânico marcou 98 pontos, 9 pódios e 0 vitórias. Atualmente é um dos comentaristas de automobilismo mais respeitados da Europa.

Nick Heidfeld

Revelado pela Sauber no começo dos anos 2000, o alemão é o vice-campeão na nada honrosa lista de pilotos que mais correram sem conquistar uma vitória. Campeão da Fórmula 3000 em 1999, Nick subiu ao pódio em 13 ocasiões, vivendo o auge de sua carreira quando defendia a BMW Sauber. Mesmo sem vitórias, Heidfeld esteve na categoria entre 2000 e 2011.
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NOVO PORSCHE PANAMERA ESTARÁ NO SALÃO DE SÃO PAULO

A Porsche apresentou no dia 19 de Julho a segunda geração do Panamera, que além do novo visual inspirado no esportivo 911, também ganhou novos equipamentos e motorizações mais potentes. Os preços para o Brasil ainda não estão definidos, mas a presença do modelo já está confirmada para o Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro, enquanto a chegada às lojas deve acontecer entre o final deste ano e o início de 2017.



Para os brasileiros serão oferecidas duas opções de motorização, sendo um 2.9 V6 biturbo com 440 cv de potência e 56 kgfm de torque na versão 4S, bem como um 4.0 V8 biturbo de 550 cv e 78,5 kgfm na topo de linha Turbo (com ganhos de 20 cv e 30 cv, respectivamente, em relação aos modelos vendidos atualmente). Com esses propulsores,o sedã é capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 4,2 segundos na opção menos potente e 3,6 segundos na configuração mais forte.


A transmissão continua automatizada de dupla embreagem PDK, mas o Panamera é o primeiro modelo a empregar uma nova caixa de oito velocidades (ou seja, uma marcha a mais do que a geração anterior). Segundo os engenheiros da marca, a nova opção prioriza não apenas o desempenho, mas também a eficiência e economia. Além disso, o conjunto recebeu um série de melhorias para ficar mais compacta já visando uma versão híbrida plug-in que deverá ser oferecida futuramente - ainda que não haja nenhum indício de que essa opção possa ser oferecida no Brasil.

Por fora, chama a atenção os novos faróis com 84 leds capazes de reconhecer as condições da via e adaptar o facho de luz caso venha outro veículo na direção contrária, além do aerofólio embutido na tampa do porta-malas - que se divide em três partes e pode ser acionado eletricamente. Na dianteira, a grade do para-choque também é capaz de se fechar para melhorar a aerodinâmica e o reduzir o consumo de combustível quando não é necessário resfriar o motor. Já as rodas de liga leve terão opções de 19, 20 e 21 polegadas para o Velho Continente, mas ainda não se sabe qual conjunto calçará as versões para os brasileiros.
Do lado de dentro, o sedã também foi completamente renovado e agora traz um novo quadro de instrumentos com duas telas digitais acompanhadas do tradicional conta-giros central analógico da Porsche. A central multimídia também recebeu melhorias e agora tem tela sensível ao toque de 12,3 polegadas inspirada nos celulares (prova disso é a possibilidade de configurar as telas e instalar aplicativos), mas só será possível espelhar aparelhos da Apple, já que o modelo oferece apenas CarPlay. Os bancos têm regulagem elétrica com memória tanto para a fileira da frente como atrás, enquanto o console central agora vem com botões "touch".


No que diz respeito aos equipamentos, o Panamera também recebeu uma nova suspensão pneumática com rigidez variável, além de rodas traseiras direcionais e um sistema elétrico capaz compensar as rolagens de carroceria na parte de trás do sedã. Outra novidade é o InnoDrive, que utiliza dados do GPS e de periféricos como câmeras e sensores instalados no carro para criar a condução mais eficiente do controle de velocidade adaptativo, além da inédita opção de visão noturna com transmissão das imagens no quadro de instrumentos.
Oferecido no Brasil desde 2009, o Panamera emplacou 23 unidades em 2014, 19 unidades em 2015 e 7 unidades no primeiro semestre deste ano - período no qual foram comercializadas 3.238 unidades em todo o mundo. De acordo com a fabricante, a expectativa é que o número de vendas aumente com a chegada da segunda geração. Por ora, não haverá a configuração esportiva GTS, que deve chegar futuramente à nova geração. Também vale lembrar que ainda há estoque do Panamera atual na versão Turbo para o mercado nacional.

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ESTAÇÃO DE ÁUDIO PARA IPHONE E IPOD É FEITA COM TUBOS DE ESCAPAMENTO


A dupla de italianos Matteo Panini e Mirco Pecorari é dona da iXoost, uma fabricante de sistemas de áudio de alta definição localizada na cidade de Modena, na Itália. A marca produzDocs (estações de áudio) bem estilosas, feitos com porções de escapamentos de verdade, extraídos de supercarros e até de modelos de Fórmula 1.



Além disso, a empresa também foi buscar inspiração no universo da aviação. Os canos dos coletores dos escapes se entrelaçam criando formas sublimes e fazendo referência às supermáquinas produzidas naquela região. É compatível com aparelhos iPhone e iPod, o iXoost é o primeiro a ser 100% confeccionado em Modena.

A ideia de construir um “Doc” para ouvir música ganhou vida graças à colaboração das oficinas de automóveis localizadas na cidade, que ajudaram a empresa a desenvolver os projetos. O utensílio, totalmente cromado, chama a atenção pelo estilo e é oferecido em três diferentes configurações de layouts alusivos à coletores de escapamentos de motores V8, V10 e V12. Confira abaixo as formas, características e preços das três obras de arte inspiradas no universo automotivo e da aviação:

iXOOST OTTO



É feito a partir de um conjunto de escapamentos de um Fórmula 1 de verdade. O modelo vem equipado com quatro alto-falantes, um “extended range speaker” para realçar as ondas médias e um subwoofer responsável pelas batidas (frequências baixas). Apesar de ser o modelo de entrada, o equipamento tem preço de 6.500 Euros, algo como R$ 23.500.


iXOOST Xilo
 

O Xilo vem com três alto-falantes, dois subwoofers na parte frontal e mais um alto-falante coaxial virado para baixo. Fazendo uso de um chassi monocoque de alumínio que combina com os detalhes de madeira. Tem peso de 18 quilos e preço fixado em 5.000 euros, aproximadamente R$ 18 mil.


iXOOST Radial6

Mas, certamente, a “obra de arte” mais incrível de todas é a que recebe o nome de “Radial6”, e que foi inspirada nos motores radiais (de avião)
. A base para encaixe dos celulares e tocadores de música é plana e feita em um bloco sólido de metal. Com acabamento refinado, traz um subwoofer na traseira para imitar um motor de uma aeronave. Quem quiser levar o Radial6 para casa deverá pagar 8 mil euros pela beldade, algo como R$ 29 mil. É o preço para poder ouvir a trilha sonora da sua vida, em altos decibéis, saindo de um equipamento único que pode ainda fica exposto na sala de uma residência, como uma obra de arte.


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